Canais de Amsterdã

Nos fins de semana, o divertimento do holandês é passear pelos canais e o do turista é observar os mais variados modelos de embarcações que desfilam pelas águas. Apesar do "semáfaro" (foto), os pedestres observam a confusão das "esquinas"; alguns até arriscam orientar os pilotos. Para evitar o congestionamento, pegue os barcos fora de feriados e de finais de semana, mas você vai perder a festa; alguns holandeses vestem até fantasias para se divertir pelos canais.




A cidade é excelente para explorar a pé ou, ao estilo europeu, de bicicleta! A primeira foto acima é uma vista da torre da igreja que fica perto da casa de Anne Frank - em seu livro, ela conta que ouvia os sinos. Já na agitada 'baía', os barcos fazem a festa - literalmente. É comum ver a turma bebendo e dançando nas embarcações até altas horas...



Os ônibus do canal fazem três linhas e param nos principais pontos da cidade, sempre próximo de um museu ou parque. Os tickes dão descontos para algumas atrações e, para turistas, é a melhor forma de conhecer Amsterdã.

Estacionamento só de bicicletas!


A cidade das Tulipas também é a capital mundial das bicicletas. De acordo com o informações da prefeitura, são 600 mil bicicletas para 750 mil habitantes - isto em 2010; mas, acredita-se que este número está desatualizado porque o estacionamento aí comporta cerca de 10 mil bikes e está sempre em obras para ampliar o número de vagas. Fica na estação central, de onde saem trens, ônibus e os autocarros para todas as direções!

Amsterdã


As casas construídas nos canais de Amsterdã precisaram da autorização especial da prefeitura, pois elas têm a mesma infraestrutura das casas comuns; o controle é maior e novas casas-barcos não são mais construídas por questões ambientais. A gente até ficar olhando, mas não dá pra ver movimentação dentro das casas, só fora mesmo.



Bicicletas, tulipas, vacas e moinhos; a eclética Holanda ainda somou à sua fama a liberação da maconha e prostituição legalizada. Mas o barulho é maior do que a fama; não se vê as pessoas fumando nas ruas, claro. Os bares que vendem a erva são sinalizados e, no bairro Luz Vermelha, as prostitutas ficam nas "janelinhas" até aparecer um cliente; então, elas fecham a cortina e uma lâmpada vermelha é acesa na parte externa.







Em Amsterdã, os famosos moinhos - símbolos do país, podem ser encontrados nos arredores da cidade. Se você pegar um carro ou passeios com guias, vai observar alguns moinhos antigos que foram conservados, mas estão inativos. Quando nos afastamos do centro, os modernos geradores eólicos aparecem em grande número e por todo o país.

Bruges, Bélgica

A cidade com aroma de chocolate tem como atrações principais o passeio de charrete e de barco; pelo canal pode-se observar prédios do século 14! Patrimônio da Humanidade pela Unesco, a cidade recebe cerca de 2 milhões de turistas por ano! Além disso, aproveite para passar o dia comendo chocolate belga ! Bruges é capital da província de Flandres Ocidental. Tem cerca de 117 mil habitantes. Foi a capital europeia da cultura em 2002, juntamente com a cidade espanhola de Salamanca.




Londres

Parece que voltamos ao passado quando observamos que estamos rodeados por dezenas de museus e monumentos com séculos de história. Mas Londres tem seu lado vanguardista e, nas ruas, o povo é tão cosmopolita que é impossível adivinhar quem vem de onde. É realmente a vila global, como é conhecida a cidade pelo mundo. O Palácio de Buckingham é a residência da família real e tem um belíssimo parque logo em frente. Vale a pena conferir o Museu de História Natural e, pra contrastar, a Galeria Tate Modern.







Palácio de Buckingham

Você sempre verá uma movimentação em frente ao Palácio de Buckingham; curiosos, admiradores da rainha ou visitantes, já que os quartos são abertos para o público - tem até escocês de saia!











Vá de táxi !

O tradicional black cab é o modelo FX-4, da empresa Austin Motor Company, e faz parte da história secular de transporte público londrino - embora esses modelos rodem desde 1948. O passeio é "quase" obrigatório para turistas em Londres; é caro, a tarifa mínima é em torno de 2,50 libras, mas o táxi é atração imperdível porque os minicabs viraram, mundialmente, o símbolo da cidade. No início dos anos 2000, os táxis puderam sair do preto sisudo e, ainda, ter propagandas pintadas na fuselagem.




Castelo de Chambord



Na região do rio Loire, vários castelos se formaram e o resultado é uma parada obrigatória para almoçar ou conhecer uma dessas fortalezas, como o Castelo de Chambord. São cerca de 4 milhões de turistas todos os anos que chegam ao local para conferir jardins renascentistas, obras de artes ou provar os pratos tradicionais da culinária francesa.

Museu do Louvre

Você está no Louvre, então se não gosta de passar horas em museus, vá logo ver a Monalisa de Da Vinci,  Vênus de Milo; mas se você estava sonhando com este momento, ótimo! Você está no lugar certo! O museu é um lugar para visitar sempre que se vai a Paris, porque ele é enorme e tem exposições sazionais. O acervo inclui artistas como Rembrandt, Michelangelo e Goya; são 8 mil anos de história e arte do Oriente e Ocidente.










A rotatória mais famosa do mundo é ponto de partida para 12 avenidas, incluindo a Champs-Elysées; o Arco do Triunfo foi concebido por Napoleão.

Torre Eiffel

Ela dispensa comentários e poderá ser vista de vários pontos da cidade de Paris. A história do ícone francês remota ao século 19 e leva o nome do engenheiro que a projetou Gustave Eiffel. Com 324 metros de altura, a Torre Eiffel foi construída para a Exposição Mundial de 1889, sendo que a montagem começou dois anos antes. 

A torre tem três níveis para os visitantes; o terceiro e mais alto nível só é acessível por elevador. A fila para visitação é constante, principalmente na alta temporada e em fins de semana, mas vale duas subidas, uma de dia e outra à noite.





As pontes de Paris

Assim como museus, óperas, arcos, torres e catedrais, as pontes de Paris são maravilhas à parte. Cada uma oferece um cenário diferente para fotografar, seja prédios, bateaux ou suas próprias estátuas.






A rotatória mais famosa do mundo é ponto de partida para 12 avenidas, incluindo a Champs-Elysées; o Arco do Triunfo foi concebido por Napoleão.

A Esplanada dos Inválidos

O Hotel dos Inválidos foi construído por ordem por Luís XIV, em 1670, para abrigar soldados feridos na guerra e que ficaram sem lar após os confrontos; acolhe atualmente vários museus, recontando a história das lutas, vitórias e derrotas de um povo que já foi potência mundial. No pátio do hotel, pode-se observar canhões, uma enorme estátua de Napoleão, entre outras lembranças de um antigo império de armas.





A Cathédrale Saint-Louis-des-Invalides tem a belíssima cúpula de ouro e guarda os restos mortais de Napoleão Bonaparte. A construção demorou trinta anos para ser concluída. É um prédio feito como uma cruz grega inscrita num quadrado. Entre motivos dourados, potes de fogo, obeliscos e troféus, as formas complexas enriquecem uma arquitetura para abrigar o sarcófago do imperador, que está rodeado de generais.








Notre-Dame, França


A Catedral de Notre-Dame foi construída no local de um templo romano e demorou quase 200 anos para ser concluída; é ponto obrigatório para turistas, com o marco zero da cidade localizado no pátio em frente. A catedral fica aberta para visitas todos os dias, fechando um pouco mais tarde aos fins de semana; no site tem os horários de missas. Padres recebem fiéis para aconselhamentos ou confissão em vários idioimas, inclusive português.









Caminhar em Paris

Caminhar por Paris, mesmo sem entrar em museus ou igrejas, é prazer puro. O Jardim de Luxemburgo, por exemplo, é o local ideal para uma parada e um lanche. Bem cuidado e sempre florido, as crianças têm a opção de brincar com barquinhos nos lagos, enquanto pais tiram uma soneca ou leem o jornal. O palácio ou Palais du Luxembourg é a sede do Senado; dizem que Napolão se exercitava nesse cenário.







Bistrôs em toda parte



Até os pardais chegam sem cerimônia; acostumados com os turistas, eles investem sobre as mesas sem pudor; melhor, então, dar uma mãozinha, porque eles não vão embora mesmo. O bairro de Montmartre fica numa colina e é um dos locais mais boêmicos da França. Historicamente, o local era de culto a mártires, que deu origem ao nome. Nos bistrôs, as sobremesas são lindas, escolha bem, sente-se sem pressa e aprecie o estilo francês de tomar um cafezinho.